O que fazer em caso de emergência devido a eventos climáticos extremos?

Tempestades, cheias, incêndios: por todo o mundo vemos os efeitos devastadores de eventos climáticos extremos que a ciência indica que serão cada vez mais frequentes. Sabes o que fazer para te preparares?

As consequências devastadoras do comboio de tempestades e cheias que assolaram Portugal no final de janeiro de 2026 alertaram não só para o facto dos eventos extremos provocados pelas alterações climáticas estarem a tornar-se mais frequentes e a ter maior impacto, como também para a necessidade de nos prepararmos, sobretudo coletivamente, para enfrentar situações de emergência. Neste sentido e partindo de um projeto que a Linha Vermelha está a desenvolver com organizações parceiras, nesta página podes encontrar informação útil sobre como nos podemos preparar para situações de emergência provocadas por eventos climáticos extremos, como construir planos de ação coletivos, fontes de informação adicionais e ainda exemplos de como outras comunidades se organizaram. Podes também encontrar informação sobre as atividades que estamos a desenvolver com parceiros locais no final desta página.

(isto não invalida que temos de cortar emissões)

1. Informa-te

  • procura saber quais são os pontos de encontro no teu bairro, se existe um plano para situações de emergência e lugares de abrigo e distribuição de bens essenciais estipulados;
  • mantém-te atento aos avisos meteorológicos e segue as recomendações da proteção civil;

2. Prepara-te

  • fala com a tua família, amigos e vizinhos e define um plano a seguir em caso de emergência;
  • prepara um kit de emergência;

3. Age!

  • partilha recursos;
  • verifica se os teus vizinhos e as pessoas da tua comunidade estão bem e se precisam de ajuda;
  • pede ajuda se precisares.

Apoia a tua comunidade! Juntas somos mais fortes!

Parte dos materiais do projeto que estamos a desenvolver com organizações parceiras foram cofinanciado pela União Europeia sendo da exclusiva responsabilidade da Linha Vermelha e dos seus parceiros, não refletindo necessariamente as opiniões da União Europeia.